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"Um Falso Calmo"

João Possidónio
Monitor de Kyubudo
Texto apresentado durante a formação agentes ensino

Março de 2005

Eu , entrei para o Karate  com o objectivo de me “acalmar” , aprender a evitar conflitos , pois era constantemente alvo de provocações e era um pouco nervoso . Era o que o meu pai chama de “um falso calmo”, pois numas férias de família  passadas  no Algarve fiz um amigo que mais tarde me tentou roubar uns berlindes que os meus pais me tinham oferecido enquanto brincávamos no jardim. Eu não deixei e comecei a chamar pelos meus pais que estavam dentro de casa.

Ele , para os meus pais não o ouvirem , atirou-se ao meu pescoço e apertou-mo com força ,  mas , os meus pais já me tinham ouvido e  vieram ver o que é que se estava a passar. O rapaz ouviu-os e fugiu para casa dele. Quando os meus pais me foram ajudar , eu estava nervoso e como consequência desse nervosismo estava com dificuldades em respirar , mesmo não sofrendo de nenhuma doença respiratória. Passado algum tempo o meu pai perguntou-me se eu queria experimentar entrar para o karate e a minha resposta foi afirmativa. A partir daí comecei a mudar , e a evoluir tanto fisicamente como mentalmente.

Ao começar a praticar Kyubudo, a primeira coisa que notei foi na rigidez das técnicas , pois são aplicadas de uma maneira mais fluida mas, causando á mesma o mesmo impacto, ou senão até mais. Outra das diferenças foi na posição do tronco em algumas técnicas , tais como , o mae-gueri.

 E a outra diferença que notei , foi em termos teóricos , pois o meu antigo sensei nunca nos deu muita teoria acerca do karate tradicional. Estas diferenças aparentemente fazem todas sentido pois algumas técnicas feitas no estilo tradicional  são causas de deformações ou lesões na coluna , joelhos, e em muitos outros locais do nosso corpo. O método kyubudo é eficaz , rápido e bom para a saúde.

No Kumite, comecei a habituar-me mais ao Kumite livre e creio que antes tinha receio pois não sabia qual seria a técnica que iria ser aplicada e depois a respectiva defesa. Acho que tinha medo de não ter reflexos demasiado rápidos , mas, já me habituei e gosto até mais que os outros estilos de Kumite pois é mais “mexido”.

Devo dizer que gosto muito de praticar Karate por algumas razões que apresentei aqui e por outras que não se conseguem explicar.

 


 
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